Acreditava um pergaminho medieval encontrado na Fraschetta
que determinada a existência pelas mãos do criador,
não poderia-se conceber um perfeito labor;
se algumas partes ficassem sem ser feitas ou à sarjeta.
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De tal forma, sustentava em um Latim eloqüente, muita veemência,
Concatenando a lógica com a clemência, a urgência com a prática.
A teoria difundia do saber difundido, e poesia é como a matemática,
As cegonhas traduziriam à vida – legada a infância à tradição de demência.
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Se Deus é perfeito, sustentava em vão sobre o vão o padre;
- O Nada não existe! o que diria sobre isso Jean Paul Sartre?
- “O vácuo é invenção científica, Fugaz brasão!”
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Se tudo é divino, tudo tem de prosseguir existindo,
Concomitante, do último instante aos primeiros dias.
O que desmentiu um só momento é fuga e é vão.

Joga-te no mar com corpo suado,